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Pais Antenados #22: Como ajudar seu filho a enfrentar o medo?

Como ajudar seu filho a enfrentar o medo?

Para que as crianças se tornem indivíduos independentes e seguros, elas precisam encarar seus temores. E o apoio dos pais é fundamental nesse desafio.

 

Medo todo mundo tem, não importa a idade. E é bom que seja assim. Sem esse sentimento, não desenvolveríamos a noção de perigo e o estado de alerta que nos salva de enrascadas. O medo faz parte de nosso instinto de sobrevivência, por isso o experimentamos desde muito cedo. No caso dos pequenos, o temor está relacionado à construção de autonomia. Surge quando a criança se vê como desencadeadora de acontecimentos. Ela começa a aprender a dimensionar os perigos, a se proteger e a cuidar de si mesma. "Esse é o aspecto saudável do medo. Ele só se torna um problema quando fica exagerado", afirma Luciana Barros de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia.

 

O fato de ser algo natural, que faz parte do desenvolvimento infantil, não significa que o medo deva ser ignorado ou subestimado. Achar graça dos medos infantis ou simplesmente dizer para a criança que ela não tem motivo para ter medo, não ajuda em nada. Pelo contrário, pode até aumentar a angústia dos pequenos. Para que a criança aprenda a lidar de maneira saudável com seus receios, o papel dos pais é fundamental.

 

Eles precisam transmitir segurança a seus filhos, aceitando seus medos e encorajando-os a enfrentá-los.


"Os pais devem fortalecer o diálogo e permitir que os filhos expressem seus temores", diz Susana Orio, psicóloga clínica e coordenadora da unidade infantil do colégio Madre Alix, em São Paulo. Ela explica que os adultos devem buscar explicações sinceras para as inseguranças dos filhos e, às vezes, até embarcar na fantasia para apresentar soluções que convençam os pequenos.

 

Sentir medo faz parte do desenvolvimento infantil. As crianças podem demonstrar temores diferentes de acordo com suas vivências, seu temperamento e até a influência de sua família, mas alguns receios costumam surgir com mais frequência em certas fases.

 FICA A DICA:

Confira abaixo os medos mais comuns em cada idade e também dicas de como ajudar seu filho a superá-los.

 

Até 1 ano e meio: medo de pessoas, objetos e situações novas:

Dica: pais e cuidadores devem estar presentes, transmitindo segurança e carinho, quando o bebê experimenta situações que ainda não fazem parte de sua rotina.

 

De 1 a 3 anos: medo de pessoas com máscaras e fantasias, como o Papai Noel:

Dica: se a criança permitir, aproxime-se devagar da pessoa fantasiada e mostre que é somente uma roupa diferente. Se ela ficar aflita com a aproximação, não insista.

 

De 3 a 5 anos: medo de monstros e fantasias e de se perder:

Dica: converse com seu filho, escute com atenção e deixe que ele se expresse. Não adianta dizer que esses personagens não existem. Se for o caso, embarque na fantasia e inventem juntos um herói caça-fantasmas, por exemplo. Quanto ao medo de se perder, faça-o decorar o nome inteiro, seu celular e o ensine a pedir ajuda. Isso o fará se sentir mais seguro.

 

A partir dos 5 anos: medo de ser deixado na escola e ficar longe dos pais:

Dica: invista no diálogo, ele é a melhor arma para tratar da insegurança. Tente não atrasar quando for buscá-lo na escola e explique que alguém sempre estará cuidando dela na escola. Explique o motivo de sua ausência e a que horas retorna. Tente cumprir o que disser para que a criança se sinta segura.

 

A partir dos 6 anos: medo da própria morte e da dos pais e outras pessoas próximas; de ladrão e violência em geral.

Dica: em caso de perguntas sobre a morte, não invente histórias. Aja com sinceridade e delicadeza. No caso de ladrões, por exemplo, mostre a importância de ficar perto de adultos conhecidos. O importante é transmitir segurança e proteção.

 

( fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br)



 
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